Meu Amor pelas Suculentas

Há 10 anos cultivo suculentas em minha casa. Elas são uma terapia para mim e o que era apenas um hobby, acabou se tornando uma nova vocação.
Hoje trabalho com oficinas e vendo alguns produtos, faço isso por amor e porque me deixa feliz.
Resolvi escrever o blog para divulgar meu trabalho e também para dividir com vocês meu conhecimento inicial sobre essa plantinha que ganhou meu coração.
Espero que aqui seja um local de encontro, onde poderemos trocar experiências e propagar nosso amor pela natureza.
Aguardo a visita constante de vocês.
Estamos no Facebook e Instagram como suculentasdate

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Kalanchoe Tyrsiflora

Kalanchoe Tyrsiflora
Ganhei um vasinho da suculenta acima e logo quis saber o nome dela. Não sou muito ligada em nomes, mas como dou curso sobre cuidados com suculentas, meus alunos sempre me perguntam as ID. Já que não consigo memorizar, vou colocando no blog, para que também eles, possam conhecer um pouquinho de cada uma.

Nome técnico: Kalanchoe Tyrsiflora / Kalanchoe Luciae

Nome popular: Orelha-de-elefante

Família: Crassulaceae

Origem: África do Sul

Caracteriza-se por folhas grandes, cor verde azulado, podendo adquirir um tom avermelhado ao ficar no sol.

Pode atingir até 60 cm de altura, Suas flores são pequenas e amarelas e surgem a partir da primavera.

Pode ser cultivada em locais ensolarados (em canteiros ou vasos), em solo enriquecido com material orgânico, bem drenado.

Sempre deixar o solo secar antes de regar novamente. Propagação por folha ou estaquia.

Kalanchoe Tyrsiflora

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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Suculenta Adromischus Cooperi

suculenta adromischus cooperi crassulaceae
Esta bela suculenta pertence ao gênero Adromischus, sendo da espécie Cooperi, e da família Crassulaceae. Originária da África.

Ela é bem querida pelos colecionadores por sua aparência peculiar e diversa, dependendo de como é cultivada.

Suporta temperatura mínima de 5°C, abaixo disso ela não sobrevive. 
É considerada planta anã, pois chega a apenas 10 cm de altura.

Tem como característica folhas bem gordinhas, algumas onduladas nas pontas e pintinha arroxeadas que adquirem esse tom quando recebem sol.

E por falar em sol, essa planta não gosta de sol pleno, suas folhas ficam queimadas e ela morre. Muita luminosidade e um pouco de sol pela manhã, é o que ela precisa para ficar com uma aparência bem bonita.

Necessário também ter cuidado com o excesso de água, por armazenar muita água em suas folhas, tem a tendência de apodrecer se receber água em abundância.

Caso alguma folha apodreça, retire-a imediatamente, pois ela pode se tornar um foco de cochonilha, adoecendo toda a planta.

Propagação por folha, semente e divisão de touceira.
suculenta adromischus cooperi crassulaceae

suculenta adromischus cooperi crassulaceae

suculenta adromischus cooperi crassulaceae

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Kalanchoe Marmorata

Kalanchoe Marmorata
Quando vi essa suculenta pela primeira vez, pensei que fosse uma "mãe de mil" pintadinha rsrsrsrs. Mas pesquisando descobri que ela é uma kalachoe marmorata.

Ela é da família Crassulaceae. Sua origem é africana e ela é também conhecida como flor-da-fortuna ou kalandiva.

Na hora de comprar escolha plantas com folhas inteiras, viçosas e brilhantes. Observe os botões fechados, pois as que possuem mais botões terão uma durabilidade maior.

Pode ser cultivada à meia-sombra, desde que receba luz solar direta algumas horas por dia, pois assim ela viverá por mais tempo.

Regue com pouca água e só repita quando o solo estiver seco.

O período de florada, geralmente vai do inverno ao final da primavera. Pode ser encontrada com flores, vermelhas, rosas, laranjas, brancas e amarelas. Adulta atinge até 30 cm de altura.

Quer saber sobre uma suculenta em especial? Escreva nos comentários.
Kalanchoe Marmorata

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Echeveria Topsy Turvy

Suculentas da Tê
A echeveria Topsy Turvy é também conhecida como echeveria Runiiony, recebeu essa denominação em 1935 em homenagem ao botânico Robert Runyon.

Ela é nativa do México, em formato de roseta que atinge até 12cm de diâmetro. As flores são vermelhas/alaranjadas e medem até 2cm de largura.
Suas folhas parecem estar de cabeça para baixo, o que confere um ar peculiar a essa echeveria.

Ela é fácil de cultivar e bem resistente. Deve ser regada com mais frequência no verão e primavera. No inverno espaçar as regas. Necessita de solo bem drenado. 

echeveria Runiiony

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Planta Fantasma

blog suculentas da te
Há 10 anos atrás quando comecei a cultivar suculentas, a  Graptopelatum Paraguayense, também conhecida como planta fantasma foi minha primeira aquisição.

Ela pertence à família Crassulaceae, com folhas em roseta concentradas nos ápices dos ramos, de lâmina espatulada, espessa e carnosa; a planta cresce a partir do centro da roseta.

Sua cor varia dependendo de onde está sendo cultivada e da variedade do solo. Em sol pleno ela geralmente adquiri um tom amarelo-rosado, em meia-sombra azul esverdeado.

Um pó fosco cobre suas folhas, que, de acordo com algumas pessoas, lhe confere um ar "fantasmagórico" (daí o nome planta fantasma). Particularmente não vejo nada de fantasmagórico, acho que esse "pó" a deixa ainda mais linda. Este revestimento é delicado e pode ser danificado na manipulação.

No período da primavera-verão surgem poucas e pequenas flores estreladas, sem atrativo ornamental, de cor branca/creme.

Devido à sua fragilidade é apropriado escolher um local definitivo para ela, pois suas folhas desprendem com muita facilidade.

Ficou alguma dúvida? Tem algo para completar nosso estudo? Deixe nos comentários. 



terça-feira, 4 de julho de 2017

Echeveria Morning Light

Suculentas da Tê
Essa bela echeveria possui suas folhas mais largas e regulares que as demais. Ela é muito resistente à seca e só deve ser regada quando sua terra estiver completamente seca e mesmo assim, não é necessário encharcar o solo. Água demais pode apodrecer a raiz e causar doenças.
Essa suculenta floresce uma vez ao ano, no período de novembro a fevereiro. Uma dica, quando as flores ficarem grandes, você pode tirá-las que outras virão em seguida.
Ela pode ser cultivada em jardim, pois resiste bem ao sol direto, podendo também ser cultivada dentro de casa, desde que receba bastante luz.
Outra vantagem é que ela não costuma estiolar, crescendo compacta e para os lados.
Gostou dessa bela echeveria, tem algo a acrescentar? Compartilhe conosco nos comentários.
Echeveria Morning Light



sexta-feira, 30 de junho de 2017

Por que minha suculenta está morrendo?

Por que minha suculenta está morrendo?
Nas oficinas que ofereço ou nas feiras que participo, ouço sempre os mesmos comentários: "não sei o que está acontecendo com minha suculenta, ela está tão sem vida..." ou "não tenho jeito para planta, todas morrem", ou ainda, "vou comprar suculentas, pois elas não precisam de muito cuidado".

Algumas pessoas até me mostram fotos ou enviam para meu WhatsApp para que eu identifique o problema.

Geralmente as fotos mostram uma suculenta totalmente desidratada e estiolada. As pobrezinhas estão passando  sede e com déficit da mais importante vitamina: luz solar.

Suculentas são plantas de sol (com algumas exceções que preferem sombra, falarei sobre elas em outra ocasião) e regas frequentes, sendo necessário um equilíbrio entre a incidência solar e o número de regas.

É mito dizer que as suculentas têm que passar sede. Elas começam a secar ou enrugar suas folhas, justamente porque não estão recebendo água suficiente. Para os iniciantes no cultivo dessa linda planta, uma boa forma de saber se já está sua na hora da sua suculenta receber água, é introduzir um palito na terra. Se ele sair úmido, espere um pouquinho, se sair seco, já está na hora de regar.

Rega de suculenta


Se você tem alguma dica, sugestão ou observação, compartilhe conosco nos comentários.  

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Como Replantar as Suculentas do seu Buquê

Suculentas da Tê
O buquê com suculentas é lindo, original e está na moda. Isso as noivinhas antenadas já sabem. Mas você sabia que pode eternizar parte do seu buquê replantando a(s) suculenta(s) que está presente nele?

Isso é muito fácil de fazer e você irá cuidar dela com muita amor e dedicação, assim como cuidará do seu casamento.

Retire a suculenta do seu buquê com muito cuidado, tirando dela o arame no qual ela está presa.  Limpe-a de qualquer sujeirinha, pode ser em água corrente. Deixe secando. Enquanto isso, em um vasinho da sua escolha, coloque pedriscos no fundo e complete com terra misturada com areia (tem que ficar bem arenoso). Depois posicione sua suculenta no meio do vasinho. Não regue, espere uma semana para fazê-lo. Quando for regar, não encharque a terra e vá molhando um pouquinho, uma vez por semana. Ela irá criar raiz e crescer linda. Mas tenha paciência, pois demora um pouquinho para as raízes crescerem e a planta se firmar.
Se você perdeu a postagem sobre "Buquê de Noiva com Suculentas", leia aqui.
Seguem mais algumas fotos para você se inspirar.
buque de noiva com suculentas

suculentas da te

suculentas da te

Buquê de Noiva com Suculenta

buque de noiva com suculentas
Cultivo suculentas a 20 anos, sempre fui apaixonada por elas. Agora elas estão na moda e o bom disso é que venho encontrando várias espécies diferentes para minha coleção.
E como não podia deixar de ser, elas caíram no gosto das noivas também e estão presentes nos buquês, lembrancinhas, decoração, lapela do noivo, cabelo da noiva, etc...
Bonitas e resistentes elas são ótimas para noivas que vão casar durante o dia, o que não impede de participarem dos casamentos noturnos, mas isso requer um cuidado especial para harmonizá-las com o estilo do casamento.
No caso dos buquês, eles podem ser feitos somente com suculentas ou com uma mistura de flores e folhagens.
Ainda tem a vantagem de você poder plantar a (s) suculenta (s) do seu buquê e ter essa recordação viva por muito e muito tempo.

Na próxima postagem falarei sobre as suculentas nos cabelos das noivas.
Inspire-se nas fotos abaixo.
buque de noiva com suculentas

suculentas da te

suculentas da te

buque de noiva com suculentas


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Minha Suculenta está Estiolada?

suculenta estiolada
Você sabe o que é uma suculenta estiolada? É quando o caule cresce exageradamente em busca de luz.
Mas nem sempre o alongamento é resultado de estiolamento. Às vezes é só o processo natural de crescimento da suculenta, que faz com que as folhas velhas caiam dando lugar a novos brotos.
Desse processo resultam formas interessantes e belas, verdadeiras esculturas naturais.
Eu só replanto minhas suculentas quando vejo que a planta está em sofrimento, pois nutrir caules muito longos requer muita energia. Percebemos isso quando ela começa a ficar mais raquítica e perder a costumeira robustez e beleza.
Não se assustem quando as folhas mais antigas secarem, isso faz parte do processo natural da planta.
suculenta estiolada

suculentas da tê

terça-feira, 13 de junho de 2017

Kalanchoe Eriophylla

Kalanchoe Eriophylla
Adquiri essa lindeza semana passada. Fiquei encantada com a forma e textura. Sua pubescência é tão forte que ela fica branquinha.

O nome dela é Kalanchoe Eriophylla. Sim, ela é uma kalanchoe.

Kalanchoe é um gênero de plantas suculentas da família Crassulaceae. Sua origem é africana e ela é também conhecida como kalandiva.

Ela pode ser cultivada à meia-sombra desde que receba luz solar direta algumas horas por dia.

No verão pode ser regada duas vezes por semana e no inverno uma vez é suficiente. Deixe o solo secar antes de regar novamente. O acúmulo de água é prejudicial à planta, que pode melar.

O solo deve ser rico em matéria-orgânica e deve possuir boa drenagem.

Como não apaixonar por essas plantinhas que enriquecem tanto a nossa vida?

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Incidência Solar nas Suculentas e Cactos

Sempre que realizo minhas oficinas (cursos) de suculentas, umas das primeiras perguntas que surgem é sobre a incidência solar nas suculentas. Então hoje vou esclarecer algumas dúvidas que chegam até mim.

Cactos e suculentas são plantas de sol pleno. Quando criadas desde pequenas, no lugar definitivo, as suculentas tornam-se resistentes ao clima mais adverso.
As suculentas que compramos em floriculturas ou grandes mercados vêm de estufas e merecem cuidados especiais até se readaptarem à vida na natureza.
A maior exposição ao sol deve ser reintroduzida lentamente, de preferência ao solzinho da manhã, cada dia um pouquinho mais.
Depois de aclimatadas podem ficar, tranquilamente, ao sol e chuva, desde o que o solo ou os vasos tenham boa drenagem.
Não podemos fazer trocas bruscas de ambiente, por exemplo, da meia-sombra para o sol pleno: vão ressentir e queimar.
O contrário também acontece, do sol pleno para a sombra: elas vão estiolar.
Essa readaptação à vida ao ar livre é um processo lento e requer paciência e dedicação, mas depois, poderão ficar ao sol pleno e chuvas, ventos e o clima que fizer.
Eu nunca troco de vaso logo que compro, pois as suculentas teriam dois desafios simultâneos, adaptar à casa nova e acomodar raízes. 

O que achou dessa postagem? Ficou alguma dúvida? Deixe nos comentários.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sedum Nussbaumerianum

Sedum Nussbaumerianun
Suculentas da Tê
As folhas de Sedum Nussbaumerianun são grossas, pontudas e verde-amarelo. Quando cultivada em sol pleno, a tonalidade verde clareia e fica com o contorno avermelhado.
Essa planta tem crescimento lento, é muito resistente e gosta de locais bem iluminados, onde bata sol.
Em meses quentes podem ser molhadas uma vez por semana e em meses frios e mais úmidos, uma vez a cada 15 dias.
Elas dão uma florzinha branca e cheirosa e crescem até 20 centímetros.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Crassula Ovata

Crassula Argentea
A Crassula Ovata ou Planta-Jade como é mais conhecida, é uma espécie de suculenta perene, ou seja, de grande durabilidade, com folhagem ornamental.

Ela é uma das suculentas mais fáceis de cuidar. Pode ser cultivada tanto em vasos como em jardins. Elas gostam de meia sobram, mas resistem ao sol pleno, sendo que nesse caso, acabam desenvolvendo um tom avermelhado nas pontas e o verde fica mais claro. Mas devem ser acostumadas com o sol aos poucos. Se colocada sem um preparo, suas folhas podem queimar.

Quando plantada em vasos,  torna-se uma mini árvore e você pode fazer um belo bonsai com ela. Mas é necessário cuidado no manuseio, pois seus galhos quebram com facilidade.

Normalmente regar uma vez por semana é suficiente, mas vale verificar o solo, pois dependendo do clima é necessário mais uma rega na semana. 

domingo, 14 de maio de 2017

Lithops: o que é e como cuidar

suculentas da te
Você sabia que essa belezinha da foto acima é uma suculenta? Isso mesmo! Não é uma pedra, apesar de parecer. E por essa semelhança ela recebe popularmente o nome de "Living Rocks" ou "Rock Plant" (pedra viva).

O nome Lithops vem do grego "Lithos" = pedra e "ops" = face.

Ela é da família Aizoaceae e originária da África do Sul; o gênero Lithops suporta centenas de espécies dessas incríveis e pequenas suculentas. Existe uma vasta variedade de tamanhos e cores, enquanto o formato permanece quase idêntico, formando grupos de duas folhas acopladas e divididas  por uma fissura de onde aparecem as folhas.

Solo, local e informações de cultivo:
Umidade: média.
Temperatura: 10°C a 35°C.
Luz: sol pleno ou sombra parcial.
Solo: qualquer substrato que possua boa drenagem é suficiente. 
Irrigação: regue moderadamente de 1 a 2 vezes por semana.
Para ser plantadas em vasos e exteriores.
Necessita de boa ventilação.

Eu ainda não tenho essa fofura, pretendo adquirir em breve uma para minha coleção. E você tem? Conte-nos a sua experiência com essa bela suculenta.
lithops


lithops

lithops

lithops



domingo, 23 de abril de 2017

Echeveria Lilacina

echeveria lilacina
Hoje falarei sobre a Echeveria Lilacina. Essa lindeza é originária de Nuevo Leon, norte do México.

Sua folhagem é densa, composta por folhas em forma de espátulas carnosas e de crescimento lento, formando rosetas que crescem até 20 cm de diâmetro.

As folhas são branco acinzentadas, mas ao refletir a luz adquirem uma totalidade lilás. A responsável por esse efeito é a camada cerosa que cobre suas folhas.
echeveria lilacina
Durante a primavera, essa espécie produz inflorescências curvadas com flores tubulares vermelho-alaranjadas. Inicialmente as rosas-de-pedra-fantasma (como também são conhecidas) crescem solitárias, mas, com o passar do tempo, podem formar agrupamentos.

Ela aprecia sol pleno e meia-sombra em regiões de temperatura elevada.
Gostou da postagem? Compartilhe, acesse os comentários.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Echeveria Pulidonis - Crassula

echeveria pulidonis
Essa echeveria é bem resistente, ela não cresce muito, é mais compacta o que acaba preservando sua forma, ou seja, ao desenvolver ela não fica muito diferente de quando foi adquirida, fato que ocorre com outras suculentas (falaremos disso em outra postagem). Possui folhas alongadas e verdes e o que mais me encanta é o fino tom avermelhado nas bordas.

Ela é nativa do leste do México. Prefere local ensolarado, mas diferentemente de muitas de sua espécie, suporta clima frios.

Sua durabilidade é grande, desde que mantida com pouca água, só regue quando o solo estiver seco.

Aguenta sol direto em um jardim externo, mas também pode ser cultivada dentro de casa, nesse último caso tomar cuidado especial para não regar demais.

Como ela não cresce muito, acaba sendo uma boa opção para combinar com outras suculentas, fazendo um belo mini jardim.

Quer saber sobre alguma suculenta em especial? Deixe nos comentários.

echeveria pulidonis



sábado, 15 de abril de 2017

Kalanchoe Tomentosa

É muito difícil para mim dizer qual suculenta gosto mais. Amo todas! Cada uma com sua particularidade.

Hoje a postagem é sobre a Kalanchoe Tomentosa, da família Crassulacea, popularmente conhecida como "Orelha de Gato".

Originária de Madagascar, ela pode crescer até 50 centímetros, dependo do local onde esteja plantada. Sua folhas possuem pelinhos brancos o que confere à ela um aspecto aveludado muito bonito. Particularmente adoro as bordas marrons, que a deixam ainda mais distinta.

Deve ser cultivada em sol pleno (mais de 4 horas de sol por dia). O solo deve ser rico em matéria orgânica (terra, húmus de minhoca e areia) e ter boa drenagem. Só regar quando o solo estiver seco.

Tem algo a acrescentar sobre essa suculenta? Deixe nos comentários.

E se você mora em Belo Horizonte e quer saber mais sobre as suculentas em geral e ainda aprender a fazer um lindo mini jardim, faça sua inscrição em nossa oficina.



terça-feira, 28 de março de 2017

Echeveria Black Prince - Características e Cuidados

echeveria black prince
Quando comprei.
Adoro a echeveria Black Prince, em minha opinião, uma das mais bonitas que encontramos no Brasil. Ela tem um charme misterioso devido à sua mudança de tonalidade, que vai desde o verde até até um roxo escuro, quase preto, por isso o nome Black. É fácil reconhecê-la, tem as folhas pontudas e firmes e uma coloração que altera de dentro para fora. 

O principal segredo de sua cor, é a quantidade de luz no ambiente. Quanto mais luz disponível, mais escura ela fica. Com pouca luz, ela é capaz de ficar quase toda verde, no entanto isso a deixa mais frágil.
Após certo período exposta à luz.
Ela é bem resistente à seca, justamente por isso muito sensível a água. Se sua Black estiver em ambiente interno, regue apenas a cada 15 dias. Ela também não é muito resistente à doenças e por isso o solo não pode ficar muito úmido, pois desta forma há grande probabilidade de proliferação de bactérias.
echeveria black prince
Suas flores são avermelhadas e robustas, com vários botões na haste. Imagine um canteiro cheio de echeverias Black Prince floridas, uma beleza e tanto.

Resumindo, o segredo para cuidar dessa suculenta é muita luz e pouca água, mantendo uma boa drenagem do solo. E não se esqueça do amor, esse sim faz maravilha para todas as plantas.

Gostaria de mais alguma informação? Gostou dessa postagem? Deixe seu comentário.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Echeveria Shaviana - Características e Cuidados

ECHEVERIA SHAVIANA
Com rega adequada
Hoje iniciarei uma série de postagens com foto, nome científico e cuidados de algumas suculentas, pois assim você saberá como cultivar a sua.

Iniciarei com a Echeveria Shaviana, acho essa suculenta bem feminina, devido à sua delicadeza e suas finas folhas que lembram um belo rendado. Tem um tom acinzentado balanceado com um leve tom de rosa na pontas das folhas que são crespinhas.

Ela é uma suculenta muito delicada e requer um pouco mais de cuidado que as outras. Durante o processo de crescimento, se houver muita umidade no solo, ou no ambiente, suas folhas podem apodrecer.

A quantidade de água que você rega tem relação direta com sua aparência. Se você molhar um pouco mais, a Echeveria Shaviana vai abrindo e clareando, adquirindo a aparência de um "repolhinho". Com bem pouca água, mais seca,  ela ficará compacta e com tonalidades mais fortes, podendo até não abrir novamente.
Echeveria Shaviana
Com pouca rega
Uma das vantagens da Echeveria Shaviana é que dificilmente ela cresce para cima, ela estaciona em seu formato compacto. Pode ter sua durabilidade comprometida, pois é a mais sensível a fungos.

Ela pode ser mantida dentro de casa, desde que perto de uma janela, regando uma vez por semana, se no dia da rega o solo ainda estiver úmido, espere secar para regar novamente. 

segunda-feira, 20 de março de 2017

O que é um terrário

terrário
Hoje muito se fala em terrário e o termo acabou ficando banalizado e significando qualquer recipiente onde se planta suculentas. Mas não é bem assim. O que realmente vem a ser um terrário?

Terrário é todo recipiente, aberto ou fechado, onde cultivamos algumas espécies de plantas, simulando o seu ambiente natural. Um terrário fechado apresenta em uma micro-escala, o nosso meio ambiente, constituído de solo, água, ar, luz e seres vivos. Além disso nos permite observar fenômenos da natureza, como o ciclo da água (somente em terrários fechados).

terrários
Quando a temperatura aumenta, a água que foi colocada uma única vez no terrário, juntamente com a água proveniente da transpiração das plantas, evapora-se e dá origem a uma grande concentração de vapor. A atmosfera criada pelo terrário fechado não consegue absorver todo o vapor e quando ele encosta na parede do recipiente, que está com uma temperatura mais baixa, condensa (transforma-se em gotinhas que grudam no teto e paredes do recipiente). E quando a umidade atinge o nível máximo, chove no terrário. As gotículas precipitam-se para o solo, molhando de novo a terra e reinicia-se o ciclo da água.

Um terrário também nos ajuda a perceber melhor como funciona a camada de ozônio. Essa tarefa é desempenhada pela tampa do recipiente. Sem ela o vapor perder-se-ia no espaço. Não haveria o fenômeno das chuvas, nem o ciclo da água.

terrário

Gostou das explicações? Ficou alguma dúvida? Utilize os comentários para se pronunciar.